quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Governantes
Governantes, eleitos pelos nossos votos, que deveriam defender aqueles que neles votaram, se aproveitam da sua situação que lhes confere poderes imperiais e se voltam contra o interesse público, saqueiam os recursos públicos e os entregam para os ricos empresários que através do caixa dois das campanhas devolvem as benesses recebidas desses esses políticos. É roubo mesmo. As empresas e instituições públicas existem para defender os intereses públicos, existem para economizar recursos, para oferecer serviços sem discriminação, para atender a todos. Os governantes criminosos só prosperam debaixo da cegueira da população que é ofuscada pela propaganda enganosa da midia, que também é vendida ao mesmo poder economico. Nós é que pagamos por essa farra dos poderosos, isso é democracia?
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Custo da Saúde, da Educação, enfim de Viver
Nos Estados Unidos, comentaristas afirmam que o atual sistema de saúde, a atual forma como os doentes são assistidos nos Estados Unidos, irá quebrar o país, pois o país não vai conseguir arcar com os crescentes aumentos dos custos do tratamento de saúde no país, que tem se mostrado nos grandes lucros das empresas privadas prestadoras de saúde. O que faz com que o aumento dos custos dos tratamentos de saúde, da educação, da moradia aumentem em qualquer país, é a ganancia da iniciativa privada que obtém dos governantes corruptos a liberdade de cobrar quanto quiserem. Um país não suporta que sua população seja dizimada pela falta ou a impossibilidade de atendimento de saúde, educação e moradia para essa população.
A riqueza que a sociedade produz é uma só, e todos são responsáveis e se dedicam a sua produção, portanto todos deveriam se beneficiar dessa riqueza, mas para que uns poucos possam se apropriar mais que os outros criamos, e anunciamos a desculpa da propriedade, que conferiria uma falsa capacidade empreendedora, mas que na verdade é só uma forma de justificar a apropriação de mais parcelas de riqueza que lhe caberiam, e que se fossem melhor distribuídas, serviriam para atender a todos.
Os profissionais de saúde estão entre os cidadãos mais ricos da sociedade. Como se justifica que alguns médicoa fiquem tão ricos enquanto que o atendimento de saúde da população é tão ruim.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
The case for legalising all drugs is unanswerable
John Gray
The Observer, Sunday 13 September 2009
The extreme profits to be made from narcotics – a direct result of prohibition – fuel war and terrorism. Legalisation is urgent
Pela total liberalização de todas as drogas
Pela total liberalização de todas as drogas
O filósofo político britânico John Gray. Em um artigo intitulado "O Argumento a Favor da Legalização de Todas as Drogas é Irrefutável", Gray faz uma forte defesa da descriminalização total das drogas. A guerra mundial contra as drogas deveria ser abolida porque:
A guerra às drogas já mutilou, traumatizou ou desalojou um incontável número de pessoas.
Apesar disso, o uso de drogas permanece entranhado em nosso modo de vida.
Os custos incorridos pela proibição das drogas já excederam enormemente qualquer possível benefício.
Penalizar o uso de drogas acaba por levar pessoas que em outro contexto seriam cumpridoras da lei à economia do submundo.
A proibição expõe os usuários de drogas a enormes riscos de saúde.
Drogas ilegais não podem ter sua qualidade e toxicidade facilmente testadas.
Inúmeros usuários de drogas viveram vidas produtivas em épocas passadas antes das drogas serem proibidas.
Os usuários de drogas têm de lidar com preços inflacionados, riscos de saúde e a ameaças de cadeia.
Políticos que já utilizaram drogas não sofreram qualquer tipo significativo de efeito colateral em suas carreiras.
Os enormes lucros obtidos com as vendas de drogas ilegais corrompem instituições e destroem vidas.
A cruzada antidrogas recentemente iniciada pelo governo do México acabou se agravando e se transformando em uma miniguerra. (Pense no Rio de Janeiro).
Alguns estados já foram, de uma forma ou de outra, inteiramente capturados pelo dinheiro das drogas.
O filósofo político britânico John Gray. Em um artigo intitulado "O Argumento a Favor da Legalização de Todas as Drogas é Irrefutável", Gray faz uma forte defesa da descriminalização total das drogas. A guerra mundial contra as drogas deveria ser abolida porque:
A guerra às drogas já mutilou, traumatizou ou desalojou um incontável número de pessoas.
Apesar disso, o uso de drogas permanece entranhado em nosso modo de vida.
Os custos incorridos pela proibição das drogas já excederam enormemente qualquer possível benefício.
Penalizar o uso de drogas acaba por levar pessoas que em outro contexto seriam cumpridoras da lei à economia do submundo.
A proibição expõe os usuários de drogas a enormes riscos de saúde.
Drogas ilegais não podem ter sua qualidade e toxicidade facilmente testadas.
Inúmeros usuários de drogas viveram vidas produtivas em épocas passadas antes das drogas serem proibidas.
Os usuários de drogas têm de lidar com preços inflacionados, riscos de saúde e a ameaças de cadeia.
Políticos que já utilizaram drogas não sofreram qualquer tipo significativo de efeito colateral em suas carreiras.
Os enormes lucros obtidos com as vendas de drogas ilegais corrompem instituições e destroem vidas.
A cruzada antidrogas recentemente iniciada pelo governo do México acabou se agravando e se transformando em uma miniguerra. (Pense no Rio de Janeiro).
Alguns estados já foram, de uma forma ou de outra, inteiramente capturados pelo dinheiro das drogas.
Uso de Drogas
O fracasso da estratégia proibicionista adotada em nosso país é conclusão que, parafraseando o saudoso Nelson Rodrigues, somente pode ser negada pela má-fé cínica ou pela obtusidade córnea
A lei antidrogas não preve meios concretos de educação e tratamento, acaba por estimular, ainda mais, a prática que (supostamente) pretendeu combater, com graves prejuízos para a sociedade brasileira, que permanece alheia a essa política criminal "ilusionista".
No trato da questão do uso de drogas não há respostas certas ou erradas: existem escolhas.
Na Europa surgem iniciativas que, não se coadunando com proibicionismo, tampouco com o abolicionismo, são dignas de encômios. É a denominada política de "redução dos danos", como medidas de prevenção, dissuasão, tratamento de saúde e reinserção social.
Entre os defensores da liberalização e as críticas proibicionistas: um caminho alternativo.
A lei antidrogas não preve meios concretos de educação e tratamento, acaba por estimular, ainda mais, a prática que (supostamente) pretendeu combater, com graves prejuízos para a sociedade brasileira, que permanece alheia a essa política criminal "ilusionista".
No trato da questão do uso de drogas não há respostas certas ou erradas: existem escolhas.
Na Europa surgem iniciativas que, não se coadunando com proibicionismo, tampouco com o abolicionismo, são dignas de encômios. É a denominada política de "redução dos danos", como medidas de prevenção, dissuasão, tratamento de saúde e reinserção social.
Entre os defensores da liberalização e as críticas proibicionistas: um caminho alternativo.
Drogas
Apesar de concordar com ações preventivas contra o isolamento social, falta da dinâmica familiar, baixa auto-estima, manejo inapropriado da mídia na questão das drogas, influências genéticas, familiares com problemas com álcool e excessiva medicalização da sociedade.
Contra o uso de drogas é necessário também promover os fatores protetores, com ações positivas, tais como: oferecer oportunidades de auto-realização para os jovens; incentivar os desafios e conquistas (auto-estima); auxiliá-los a lidar com frustrações, raiva, ou seja, com emoções; incentivar vínculos com pessoas que não usam drogas; ambientes com regras claras e não tolerantes ao uso de drogas; identificação precoce de comorbidades; incentivar a análise crítica das propagandas e modelos oferecidos pela mídia entre os jovens; incentivar e promover a união e continência familiar; estimular programas de prevenção nas escolas, com enfoque na prevenção afetiva e educativa (informação), em conjunto com o trabalho e orientação dos pais; auxiliar no desenvolvimento de habilidades sociais e na relação com o sexo oposto; incentivar a consciência de cidadania e responsabilidade na comunidade. Enfim, promover oportunidades para auto-realização do jovem e de seu pleno desenvolvimento, buscando a promoção de saúde global e não apenas evitando o uso de drogas.
Disponível em Fatores protetores de risco associados ao uso de drogas na adolescência
Mas temos que reconhecer que não podemos enfatizar a repressão e, sim, desenvolver "harm reduction" - redução de danos - que, implicitamente, reconhece sem preconceitos, que as drogas sempre estarão presentes.
Disponível em Sistema de combate às drogas
Contra o uso de drogas é necessário também promover os fatores protetores, com ações positivas, tais como: oferecer oportunidades de auto-realização para os jovens; incentivar os desafios e conquistas (auto-estima); auxiliá-los a lidar com frustrações, raiva, ou seja, com emoções; incentivar vínculos com pessoas que não usam drogas; ambientes com regras claras e não tolerantes ao uso de drogas; identificação precoce de comorbidades; incentivar a análise crítica das propagandas e modelos oferecidos pela mídia entre os jovens; incentivar e promover a união e continência familiar; estimular programas de prevenção nas escolas, com enfoque na prevenção afetiva e educativa (informação), em conjunto com o trabalho e orientação dos pais; auxiliar no desenvolvimento de habilidades sociais e na relação com o sexo oposto; incentivar a consciência de cidadania e responsabilidade na comunidade. Enfim, promover oportunidades para auto-realização do jovem e de seu pleno desenvolvimento, buscando a promoção de saúde global e não apenas evitando o uso de drogas.
Disponível em Fatores protetores de risco associados ao uso de drogas na adolescência
Mas temos que reconhecer que não podemos enfatizar a repressão e, sim, desenvolver "harm reduction" - redução de danos - que, implicitamente, reconhece sem preconceitos, que as drogas sempre estarão presentes.
Disponível em Sistema de combate às drogas
Drogas, que drogas, crack ou Medicação anti psicótica?
ADHD Attention deficit hyperactivity disorder.
Desordem de Déficit de Atenção por Hiperatividade
There are about half-a-million kids in the US receiving heavy-duty anti-psychotic medications, medications such as are usually given to adult schizophrenics to regulate their hallucinations.
Existem cerca de meio milhão de crianças nos Estados Unidos recebendo medicações anti psicóticas pesadas, tais como as que são dadas a adultos esquisofrênicos para diminuir as sua alucinações.
But in this case, children are getting it to control their behavior. So what we have is a massive social experiment of the chemical control of children’s behavior, with no idea of the long-term consequences of these heavy-duty anti-psychotics on kids.
Mas nesse caso, as crianças estão recebendo esses medicamentos para controlar seu comportamento. O que nós temos é um experimento social massivo de controle químico de comportamento, sem tem idéia das consequencias a longo prazo desses pesados anti psicóticos nas crianças.
Dr. Gabor Maté on ADHD, Bullying and the Destruction of American Childhood
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