A new UN report released today is making headlines: Agroecological farming can double food production within 10 years, while mitigating climate change AND alleviating poverty.
Yes!! I was elated to read the morning’s coverage of this highly anticipated report from the UN Special Rapporteur on the Right to Food, Olivier de Schutter. I've been writing on the very real need to prioritize policy support for and investments in agroecology for quite some time, but it is truly encouraging to see such a clear, affirming statement coming from the UN.
GroundTruth
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Incentivo para Pedalar
Em artigo do dia 6 de maio, na site da Mother Jones, Kate Sheppard fala de iniciativa de lei de deputado dos Estados Unidos que equipara os benefícios de transito. A “Lei de Ajuda ao Trabalhador” que irá estabelecer um limite uniforme de US$ 200 por mês para os benefícios extras de transporte, que pode ser usado da forma como o trabalhador preferir, em vez de oferecer um grande desconto nos imposto para os motoristas, em detrimento dos que utilizam ônibus. Eu também torno os benefícios de transporte mais flexíveis de outras maneiras, deixando as pessoas escolherem como elas querem ir para o trabalho sem deixar de fazer economia. É a única forma real, diz o deputado, de livrar os Americanos dos altos preços da gasolina.
A anos, as políticas federais criaram incentivos para dirigir sozinho para o trabalho. Nós subsidiamos os motoristas fazendo com que os trabalhadores descontem seus impostos em até US$ 230 por custo de estacionamento; somente nos últimos dois anos, desde a passagem da Lei de Recuperação, é que as políticas se equipararam aos créditos tributários federais para o transporte de massa e estacionamento. Agora, o limite nos benefícios de transporte é de US$ 230 para ambos, carros de passeio e transporte público, mas quando o acordo de concessão de desconto nos impostos acabar no fim de 2011, o subsídio para transporte público cairá para US$ 130. Estes US$ 100 extras certamente será um incentivo perverso à dirigir para o trabalho. A lei do deputado irá pelo menos assegurar que ela permaneça igual para os dois tipos de transporte.
A lei do deputado irá fazer com que os empregadores que oferecem estacionamento grátis para seus empregados deixem qualquer um que não dirija receber o equivalente em dinheiro. Isto significa que os empregadores irão essencialmente acabar pagando para você não dirigir para o trabalho. A sus lei irá também permitir aos trabalhadores combinarem benefícios, usando uma parte dos US$ 200 para cobrir custos associados com o pedalar (como a manutenção) e transporte de massa, conforme necessário. Isto será o ideal para pessoas que pedalam para um ponto de condução, ou quem pedala a maioria dos dias e tomam transporte público quando o tempo piora. A lei também cria um crédito para as pessoas que usam pools de van, e permite que os trabalhadores autônomos obtenham os benefícios do programa também.
“Você deve ser capaz de escolher o que é mais interessante,” diz o legislador, agora no seu oitavo mandato. Ele pedala para o trabalho todo dia desde que foi para a capital, e é frequentemente encontrado pedalando uma bicicleta esportiva. “Nos quinze anos no Congresso, Eu nunca fiquei preso no tráfego. Eu nunca deixei de encontrar estacionamento,” ele diz. “Eu queimei umas centenas de milhares de calorias em vez de litros de combustível fóssil.”
Quando o Congresso dos EUA retomar as discussões sobre a exploração de petróleo no mar nessa semana, será bom ouvir mais sobre programas que podem realmente ajudar os Americanos a lidar com os altos preços da gasolina.
If I Could Be Like Bike
A anos, as políticas federais criaram incentivos para dirigir sozinho para o trabalho. Nós subsidiamos os motoristas fazendo com que os trabalhadores descontem seus impostos em até US$ 230 por custo de estacionamento; somente nos últimos dois anos, desde a passagem da Lei de Recuperação, é que as políticas se equipararam aos créditos tributários federais para o transporte de massa e estacionamento. Agora, o limite nos benefícios de transporte é de US$ 230 para ambos, carros de passeio e transporte público, mas quando o acordo de concessão de desconto nos impostos acabar no fim de 2011, o subsídio para transporte público cairá para US$ 130. Estes US$ 100 extras certamente será um incentivo perverso à dirigir para o trabalho. A lei do deputado irá pelo menos assegurar que ela permaneça igual para os dois tipos de transporte.
A lei do deputado irá fazer com que os empregadores que oferecem estacionamento grátis para seus empregados deixem qualquer um que não dirija receber o equivalente em dinheiro. Isto significa que os empregadores irão essencialmente acabar pagando para você não dirigir para o trabalho. A sus lei irá também permitir aos trabalhadores combinarem benefícios, usando uma parte dos US$ 200 para cobrir custos associados com o pedalar (como a manutenção) e transporte de massa, conforme necessário. Isto será o ideal para pessoas que pedalam para um ponto de condução, ou quem pedala a maioria dos dias e tomam transporte público quando o tempo piora. A lei também cria um crédito para as pessoas que usam pools de van, e permite que os trabalhadores autônomos obtenham os benefícios do programa também.
“Você deve ser capaz de escolher o que é mais interessante,” diz o legislador, agora no seu oitavo mandato. Ele pedala para o trabalho todo dia desde que foi para a capital, e é frequentemente encontrado pedalando uma bicicleta esportiva. “Nos quinze anos no Congresso, Eu nunca fiquei preso no tráfego. Eu nunca deixei de encontrar estacionamento,” ele diz. “Eu queimei umas centenas de milhares de calorias em vez de litros de combustível fóssil.”
Quando o Congresso dos EUA retomar as discussões sobre a exploração de petróleo no mar nessa semana, será bom ouvir mais sobre programas que podem realmente ajudar os Americanos a lidar com os altos preços da gasolina.
If I Could Be Like Bike
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Lucrar com agricultura? Ambição de uma sociedade falída
Um conceito verdadeiro, muito esclarecedor sobre a situação dos que vivem da terra é este que foi formulado por Proudhon em "O que é a Propriedade".
Se eu tivesse que responder à seguinte pergunta: O que é a escravidão? e
respondesse numa palavra: É o assassinato, meu pensamento seria imediatamente
compreendido. Não teria necessidade de um discurso muito longo para mostrar que o poder de espoliar o homem do pensamento, da vontade, dá personalidade, é um poder de vida e morte, e que escravizar um homem é assassiná-lo. Por que, então, a esta outra pergunta: O que é a propriedade? não posso responder da mesma forma: É o roubo, sem ter a certeza de que não serei compreendido, embora essa segunda proposição não seja mais que a primeira transformada?
O que é a Propriedade
Se eu tivesse que responder à seguinte pergunta: O que é a escravidão? e
respondesse numa palavra: É o assassinato, meu pensamento seria imediatamente
compreendido. Não teria necessidade de um discurso muito longo para mostrar que o poder de espoliar o homem do pensamento, da vontade, dá personalidade, é um poder de vida e morte, e que escravizar um homem é assassiná-lo. Por que, então, a esta outra pergunta: O que é a propriedade? não posso responder da mesma forma: É o roubo, sem ter a certeza de que não serei compreendido, embora essa segunda proposição não seja mais que a primeira transformada?
O que é a Propriedade
segunda-feira, 2 de maio de 2011
O Egito celebrou o Dia Internacional dos Trabalhadores pela primeira vez desde 1952
No Egito, milhares de trabalhadores e ativistas inundaram nesse domingo a Praça Tahrir no Cairo para a primeira celebração do Dia Internacional dos Trabalhadores desde 1952. As pessoas na praça celebraram a formação de sindicatos independentes do controle do estado e a recentemente criada Federação de Sindicatos Independentes do Egito. Um grupo de líderes dos trabalhadores e ativistas também anunciaram a formação de um novo partido político chamado Partido Democrático Trabalhista (PDT?). Membro do partido e jornalista, Hossam el-Hamalawy, descreveu algumas das principais demandas do partido.
“A principal demanda é definitivamente a renacionalização das fábricas privatizadas, uma parada completa na programação neoliberal. Liberdade total deve ser dada a classe trabalhadora egípcia para estabelecerem seus sindicatos independentes e o salário mínimo nacional. Nos lutamos por muito tempo para aumentar o nosso salário mínimo para pelo menos 1.200 libras egípcias por mês. Eu gostaria de ver essas demandas atendidas o mais rápido possível.
Democracynow
“A principal demanda é definitivamente a renacionalização das fábricas privatizadas, uma parada completa na programação neoliberal. Liberdade total deve ser dada a classe trabalhadora egípcia para estabelecerem seus sindicatos independentes e o salário mínimo nacional. Nos lutamos por muito tempo para aumentar o nosso salário mínimo para pelo menos 1.200 libras egípcias por mês. Eu gostaria de ver essas demandas atendidas o mais rápido possível.
Democracynow
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Fundos de Pensão
A participação dos Fundos de pensão das empresas estatis nas empresas privatizadas só tem contribuído para tornar mais frágil a nossa economia. Fundos, que representam privilégios para poucos, são capazes de fazer tudo para obter lucro, para aumentar os rendimentos e dos seus associados. Embora os Fundos consigam atender aos seus associados, eles tem sido favorecidos pelos governos e retribuem essa liberdade com apoio as campanhas políticas de eleição. Apesar da política de privatizações, os capitais externos desapareceram, e não foi feita uma revisão dessas políticas. Hoje os Fundos de pensão tem sido usados pelos governos para manter as privatizações.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Queremos?
Á nossa sobrevivência depende da sustentabilidade da vida no planeta. O estado de sustentabilidade da vida na terra acontece quando a vida na terra vive sob determinadas condições que permitam a sua reprodução indefinitiva.
É importante definir e elger quais são as condições que a vida tem que obedecer para favorecer este estado de equilíbrio da vida com o planeta.
Ninguém sabe ainda quais são essas condições. As necessidades se alteram conforme mudam os hábitos e a quantidade de pessoas que habitam a terra. Sabemos, sentindo na pele, quais são as condições prejudiciais ao equilíbrio da vida com o planeta, e fazemos muito pouco para evitar esses prejuízos.
Comparar a vida equilibrada com o meio ambiente com pobreza, é no mínimo preconceituoso, pois ninguém é pobre por que quer. Se alguém é pobre, ou não sabe que é pobre, e portanto é feliz, ou é vítima da violência da exploração econômica. Essa comparação também revela o apego a bens materiais e condiciona a felicidade a obtenção desses bens. Afirmar que viver em equilíbrio sustentável com a natureza é pobreza, é desprezar essa condição, é descartar, talvez, a única esperança que teríamos de sobreviver.
É importante definir e elger quais são as condições que a vida tem que obedecer para favorecer este estado de equilíbrio da vida com o planeta.
Ninguém sabe ainda quais são essas condições. As necessidades se alteram conforme mudam os hábitos e a quantidade de pessoas que habitam a terra. Sabemos, sentindo na pele, quais são as condições prejudiciais ao equilíbrio da vida com o planeta, e fazemos muito pouco para evitar esses prejuízos.
Comparar a vida equilibrada com o meio ambiente com pobreza, é no mínimo preconceituoso, pois ninguém é pobre por que quer. Se alguém é pobre, ou não sabe que é pobre, e portanto é feliz, ou é vítima da violência da exploração econômica. Essa comparação também revela o apego a bens materiais e condiciona a felicidade a obtenção desses bens. Afirmar que viver em equilíbrio sustentável com a natureza é pobreza, é desprezar essa condição, é descartar, talvez, a única esperança que teríamos de sobreviver.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
DESRESPEITO À MATA ATLÂNTICA PROVOCOU A TRAGÉDIA NAS CIDADES SERRANAS FLUMINENSES
17/1/2011
Ambientalista diz que tragédia na região serrana do Rio de Janeiro é resultado do desrespeito à Mata Atlântica
Tragédias como a que ocorreu nas cidades serranas do Rio de Janeiro são nada mais que o resultado do processo de ocupação da Mata Atlântica. A afirmação é da escritora e ambientalista Anne Raquel Sampaio, que mora no Parque do Imbuí, um dos bairros mais afetados pela catástrofe em Teresópolis.
“Nós não estamos aqui simplesmente sobre o solo de Teresópolis, e sim sobre o solo da Mata Atlântica, um bioma que precisa ser mais respeitado”, diz a escritora. Como muitos cariocas, ela se mudou há 25 anos para a cidade serrana fugindo da violência urbana do Rio e em busca de paz e de contato com o verde. “Na época, o clima era mais frio, e a cidade tinha menos favelas e menos gente.”
A reportagem é de Paulo Virgilio, da Agência Brasil, e publicada pelo EcoDebate, 17-01-2011.
Com o passar dos anos, além da favelização, houve uma ocupação maior das margens dos rios, com uma grande devastação da mata ciliar. Anne Raquel, que faz pesquisas sobre a água, alerta para o problema da falta de esgotos na cidade. “Como a maior parte das cidades brasileiras, Teresópolis foi construída às margens de um rio, oPaquequer, hoje um grande esgoto atravessando a cidade. Esse rio às vezes fede, mas a população faz de conta que esse fedor não existe.”
Segundo a ambientalista, a tragédia atual mostra que o risco da ocupação irregular é o mesmo para os pobres e os ricos, já que condomínios de alto luxo e de classe média também foram igualmente atingidos. Ela chama a atenção para o fato de que a propaganda imobiliária desses condomínios não corresponde à realidade.
“Você não pode construir uma mansão sobre uma encosta que é linda, e dizer que aquilo ali é ecológico só porque algumas árvores foram preservadas. Na verdade, aquela área não deveria ser ocupada, nem por mansão nem por ninguém. As pessoas que constroem essas casas sonham com um mundo melhor para elas, mas não param para analisar que esse mundo melhor precisa, antes de tudo, que a gente respeite a natureza.”
É preciso reconstruir a cidade, partindo do princípio de que ela está sobre o solo da Mata Atlântica, que tem caracteristicas próprias e é responsável pelo abastecimento de água de mais de 80% da população brasileira, diz a ambientalista. “A água precisa caminhar, chegar ao mar. Se agente constrói em cima do caminho da água, ela vai achar esse caminho de uma forma ou de outra.”
Emocionada com tragédia que presenciou, Anne Raquel acha que a solução não pode ser apenas técnica: “a questão ambiental só vai ser resolvida quando a gente olhar tudo isso com o coração, pensar em como impedir que as crianças morram, porque usamos recursos públicos para tudo, menos para cuidar da natureza.”
Autora de seis livros infanto-juvenis baseados em mitos indígenas e focados na temática ambiental, Anne Raquel concluiu a obra mais recente justamente no dia da tragédia, quarta-feira (12). “Na história de Os Filhos da Senhora das Águas, Iara está ficando cega e pede ajuda para enfrentar uma grande tempestade. “O tragicômico é que assim que eu acabei de escrever o livro aconteceu esse desastre horrível.”
Fonte: IHUnisinos
Ambientalista diz que tragédia na região serrana do Rio de Janeiro é resultado do desrespeito à Mata Atlântica
Tragédias como a que ocorreu nas cidades serranas do Rio de Janeiro são nada mais que o resultado do processo de ocupação da Mata Atlântica. A afirmação é da escritora e ambientalista Anne Raquel Sampaio, que mora no Parque do Imbuí, um dos bairros mais afetados pela catástrofe em Teresópolis.
“Nós não estamos aqui simplesmente sobre o solo de Teresópolis, e sim sobre o solo da Mata Atlântica, um bioma que precisa ser mais respeitado”, diz a escritora. Como muitos cariocas, ela se mudou há 25 anos para a cidade serrana fugindo da violência urbana do Rio e em busca de paz e de contato com o verde. “Na época, o clima era mais frio, e a cidade tinha menos favelas e menos gente.”
A reportagem é de Paulo Virgilio, da Agência Brasil, e publicada pelo EcoDebate, 17-01-2011.
Com o passar dos anos, além da favelização, houve uma ocupação maior das margens dos rios, com uma grande devastação da mata ciliar. Anne Raquel, que faz pesquisas sobre a água, alerta para o problema da falta de esgotos na cidade. “Como a maior parte das cidades brasileiras, Teresópolis foi construída às margens de um rio, oPaquequer, hoje um grande esgoto atravessando a cidade. Esse rio às vezes fede, mas a população faz de conta que esse fedor não existe.”
Segundo a ambientalista, a tragédia atual mostra que o risco da ocupação irregular é o mesmo para os pobres e os ricos, já que condomínios de alto luxo e de classe média também foram igualmente atingidos. Ela chama a atenção para o fato de que a propaganda imobiliária desses condomínios não corresponde à realidade.
“Você não pode construir uma mansão sobre uma encosta que é linda, e dizer que aquilo ali é ecológico só porque algumas árvores foram preservadas. Na verdade, aquela área não deveria ser ocupada, nem por mansão nem por ninguém. As pessoas que constroem essas casas sonham com um mundo melhor para elas, mas não param para analisar que esse mundo melhor precisa, antes de tudo, que a gente respeite a natureza.”
É preciso reconstruir a cidade, partindo do princípio de que ela está sobre o solo da Mata Atlântica, que tem caracteristicas próprias e é responsável pelo abastecimento de água de mais de 80% da população brasileira, diz a ambientalista. “A água precisa caminhar, chegar ao mar. Se agente constrói em cima do caminho da água, ela vai achar esse caminho de uma forma ou de outra.”
Emocionada com tragédia que presenciou, Anne Raquel acha que a solução não pode ser apenas técnica: “a questão ambiental só vai ser resolvida quando a gente olhar tudo isso com o coração, pensar em como impedir que as crianças morram, porque usamos recursos públicos para tudo, menos para cuidar da natureza.”
Autora de seis livros infanto-juvenis baseados em mitos indígenas e focados na temática ambiental, Anne Raquel concluiu a obra mais recente justamente no dia da tragédia, quarta-feira (12). “Na história de Os Filhos da Senhora das Águas, Iara está ficando cega e pede ajuda para enfrentar uma grande tempestade. “O tragicômico é que assim que eu acabei de escrever o livro aconteceu esse desastre horrível.”
Fonte: IHUnisinos
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