É lamentável que o governo gaste tanto com propagandas no rádio e na televisão. Só se explica como retribuição às contribuições e ações de apoio das campanhas políticas de eleição. Mas se a propaganda do governo se justificaria por isso, é crime.
Nada justifica, que o governo anuncie ameaças e cometa violências contra toda a sociedade com as privatizações, e principalmente com o ataque aos rendimentos dos trabalhadores e aposentados e depois desperdice recursos propagando mensagens inócuas, até mesmo ofensivas. Não adianta ficar citando aqui e ali números isoladamente, no todo, para a maioria da população, significam muito pouco.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Assalto aos Depósitos da Previdência
O governo está metendo a mão nos recursos da previdência, com a desculpa esfarrapada, inócua, sem efeito nenhum, de conferir maior produtividade a nossa indústria, roubam os recursos dos aposentados, se valendo da fragilidade dos velhinhos. A desoneração planejada da folha de pagamento e o veto ao aumento real das aposentadorias são criminosas. Mas ninguém enfrenta as nossa astronômica taxa de juros. O velhinhos estão bancando com suas vidas a farra dos políticos e bancos que só acumulam lucros!!
Compra de terra por estrangeiro terá limite de 3 mil hectares
Nossas terras são importantes para a nossa economia, mas nossa economia poderia também se beneficiar da proteção de outras áreas de atividades econômicas produtivas. Porque que a decisão sobre terras deve ser diferente da indústria?
17/03/2011 11h32 - Atualizado em 17/03/2011 11h32
Compra de terra por estrangeiro terá limite de 3 mil hectares Agencia Estado
Será de 30 quilômetros quadrados (3 mil hectares) a extensão máxima de terras que empresas com capital estrangeiro poderão comprar ou arrendar no Brasil, segundo proposta em debate no governo. O objetivo é tentar frear o avanço de investidores externos em negócios com imóveis rurais no País. Os limites da lei serão mais rigorosos na Amazônia.
Proposta de projeto de lei a que a reportagem teve acesso estabelece novos limites em módulos fiscais - medida que varia, conforme o município, entre 5 e 100 hectares. Pessoas físicas poderão ter até 15 módulos fiscais, sem precisar de aval prévio do Congresso Nacional. Pessoas jurídicas - inclusive empresas brasileiras com controle de capital ou gestão em mãos de estrangeiros - poderão comprar ou arrendar até 30 módulos, em áreas contínuas ou não.
A proposta foi elaborada por grupo de trabalho coordenado pela Advocacia-Geral da União no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Integrado também pelo Gabinete de Segurança Institucional e pelos Ministérios da Defesa e do Desenvolvimento Agrário, o grupo chegou a cogitar a edição de uma medida provisória. Mas a campanha eleitoral deixou o assunto em suspenso na agenda do governo.
Dilma Rousseff, na época chefe da Casa Civil, recebeu cópia da proposta. Depois de assumir a Presidência, ainda não indicou quando o texto irá ao Congresso. O atual governo mantém a avaliação de que a compra e o arrendamento de terras continuam crescendo e fogem ao controle dos cadastros oficiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
17/03/2011 11h32 - Atualizado em 17/03/2011 11h32
Compra de terra por estrangeiro terá limite de 3 mil hectares Agencia Estado
Será de 30 quilômetros quadrados (3 mil hectares) a extensão máxima de terras que empresas com capital estrangeiro poderão comprar ou arrendar no Brasil, segundo proposta em debate no governo. O objetivo é tentar frear o avanço de investidores externos em negócios com imóveis rurais no País. Os limites da lei serão mais rigorosos na Amazônia.
Proposta de projeto de lei a que a reportagem teve acesso estabelece novos limites em módulos fiscais - medida que varia, conforme o município, entre 5 e 100 hectares. Pessoas físicas poderão ter até 15 módulos fiscais, sem precisar de aval prévio do Congresso Nacional. Pessoas jurídicas - inclusive empresas brasileiras com controle de capital ou gestão em mãos de estrangeiros - poderão comprar ou arrendar até 30 módulos, em áreas contínuas ou não.
A proposta foi elaborada por grupo de trabalho coordenado pela Advocacia-Geral da União no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Integrado também pelo Gabinete de Segurança Institucional e pelos Ministérios da Defesa e do Desenvolvimento Agrário, o grupo chegou a cogitar a edição de uma medida provisória. Mas a campanha eleitoral deixou o assunto em suspenso na agenda do governo.
Dilma Rousseff, na época chefe da Casa Civil, recebeu cópia da proposta. Depois de assumir a Presidência, ainda não indicou quando o texto irá ao Congresso. O atual governo mantém a avaliação de que a compra e o arrendamento de terras continuam crescendo e fogem ao controle dos cadastros oficiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Siro Darlan: 'Do insulto à injúria'
O poder judiciário é o único da república que não dá satisfação sobre seus atos a nenhum outro poder. Aferram-se a letra da lei para justificar suas decisões. Como se a leitura, o texto, fosse uma equação matemática, que permitisse só uma leitura.
Siro Darlan: 'Do insulto à injúria'
Siro Darlan é desembargador da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio
"Pouco mais de 24 horas se passaram desde que a juíza Patrícia Lourival Acioli foi chacinada. Quando se pensava que a covardia desse ato ficaria restrita a ele próprio — um insulto em forma de cusparada de sangue na cara do País —, se vê a ele somada a injúria da empáfia das autoridades públicas, especialmente as do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
O atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro se apressa em justificar o injustificável: o motivo para uma juíza que até as paredes do Fórum de São Gonçalo sabiam ameaçada de morte estar completamente à mercê de seus matadores é singelo: ela não requisitara proteção, por ofício. Não obstante, sem ofício, ou melhor, de ofício, sua segurança, conforme avaliação (feita por quem? com base em que critérios?) do próprio tribunal, havia minguado na proporção inversa do perigo a que a juíza diariamente se via submetida. Fica, assim, solucionado o crime: Patrícia cometeu suicídio. Foi atingida por si mesma, 21 vezes, vítima de sua caneta perdida, que se encontrava a desperdiçar tempo mandando para a cadeia milicianos e todo tipo de escória que cresce à sombra do Estado, de sua corrupção e de sua inoperância.
Patrícia era uma incompetente, uma servidora pública incapaz de fazer um ofício! Não é isso que o senhor quer dizer, Presidente?
Que vergonha, Exa.! Por que no te callas? Melhor: renuncie ao seu cargo. No mínimo será muito difícil seguir à frente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, com a morte de Patrícia em suas costas. Ela está agarrada ao seu corpo e ao do seu antecessor, como uma chaga pestilenta. Sua permanência no ambiente dá asco e ânsia de vômito.
Qualquer pessoa que assistisse ao noticiário televisivo, que lesse jornal ou que tivesse acesso a algum outro veículo de imprensa nacional tinha conhecimento da situação de Patrícia e de que sua vida estava em risco. Não a Presidência do TJRJ. Segundo palavras do ex-presidente daquele órgão, seu único contato com a juíza se deu numa ocasião em que esta por ele foi chamada para prestar esclarecimentos a respeito de um entrevero que tivera com um namorado. O fato chegou às folhas e S. Exa., o então Chefe do Judiciário, se sentia no dever de agir logo, chamando às falas (sem ofício) a subordinada que colocava em xeque a imagem do Poder por ele gerido. Mas, para proteger a vida de Patrícia – ah, aí é querer muito! — era fundamental um ofício! E fico a pensar: em quantas vias? 21? As cópias deveriam ser em carbono azul ou seria possível usar um modelo vermelho sangue?
Era necessário que a magistrada juntasse ao expediente um mapa com a localização do Fórum de São Gonçalo, talvez? Ou um comprovante de residência? Atestado de bons antecedentes? Declaração dos futuros assassinos afirmando que a ameaça era real (a lista encontrada com o ‘Gordinho’ não tinha firma reconhecida, nem era autenticada, afinal).
Não tentem ler a minha mente, sem antes chamar um exorcista. Magistrados de primeira instância, uni-vos! Vossa integridade física está à mercê da fortuna. Vossa vida a depender de uma folha de papel. Vossas famílias nas mãos de mentecaptos. Marginais e milicianos em geral devem estar com a dentadura escancarada num esgar de romance policial. Bastaram duas motos, dois carros, um bando de vermes, 21 tiros e poucos segundos para derrubar o castelo de cartas que era a imagem da Justiça no Estado do Rio. Com tão pouco se revelou a podridão de um reino de faz-de-conta, o que contrasta com o quanto foi necessário para liquidar uma mulher só.
Um Poder sem força, sem visão, sem preparo; um setor do serviço público que se transformou, em verdade, numa grande empreiteira; quando não em um balcão de negócios (quebre-se o silêncio!). É inacreditável que a mais alta autoridade judicial do Estado sequer ruborize ao dizer que a proteção de uma juíza comprovadamente listada como alvo da milícia dependia de um pedido escrito. A declaração do magistrado-mor revela aos interessados em seguir matando juízes que o “Poder” por ele administrado não tem a menor ideia da realidade enfrentada pelos julgadores de primeira instância. Precisa ser provocado, cutucado, instado. O pleito de auxílio aos que dele carecem deve passar por um processo, um crivo que, como se viu, é muito eficiente, se o resultado perseguido for a eliminação daquele que precisa ser protegido. O Judiciário não realiza, por sua conta, qualquer controle, não mantém investigação permanente, não monitora seus inimigos: é um Poder-banana.
Os juízes de direito, de agora em diante, se transformaram na versão nacional do dead man walking (expressão gritada pelos guardas quando acompanham os sentenciados até o local da execução, nos presídios com corredor-da-morte, nos EUA). Os próximos serão os promotores, os delegados de polícia (os agentes penitenciários já são eliminados de há muito, assim como os jornalistas), os homens de confiança do Secretário de Segurança e este mesmo. Governador, tremei. Quem há-de impedir que isso ocorra?
A temporada de caça está aberta. A porta do Judiciário era sem trinco e agora não adianta colocá-lo. Tarde demais. Até que a Justiça se mova e organize um sistema de autodefesa pró-ativo (e não movido à base de papeluchos), muitos perderão a vida. O crime não precisa se organizar. Basta conhecer o endereço do juiz, discando 102.
Pior: doravante, será mais do que suficiente um olhar de soslaio do réu para que o juiz assine — trêmulo, mas de pronto — o alvará de soltura. Eu, no lugar de qualquer deles, assinaria. Você não? Bem-vindos à terra sem lei, sem vergonha e sem senso de ridículo.
Não se esqueçam de Patrícia Acioli!"
O desembargador Siro Darlan enviou artigo ao DIA no fim de semana criticando a chefia do Tribunal de Justiça do Rio na proteção à juíza Patrícia Acioli
Siro Darlan: 'Do insulto à injúria'
Siro Darlan é desembargador da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio
"Pouco mais de 24 horas se passaram desde que a juíza Patrícia Lourival Acioli foi chacinada. Quando se pensava que a covardia desse ato ficaria restrita a ele próprio — um insulto em forma de cusparada de sangue na cara do País —, se vê a ele somada a injúria da empáfia das autoridades públicas, especialmente as do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
O atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro se apressa em justificar o injustificável: o motivo para uma juíza que até as paredes do Fórum de São Gonçalo sabiam ameaçada de morte estar completamente à mercê de seus matadores é singelo: ela não requisitara proteção, por ofício. Não obstante, sem ofício, ou melhor, de ofício, sua segurança, conforme avaliação (feita por quem? com base em que critérios?) do próprio tribunal, havia minguado na proporção inversa do perigo a que a juíza diariamente se via submetida. Fica, assim, solucionado o crime: Patrícia cometeu suicídio. Foi atingida por si mesma, 21 vezes, vítima de sua caneta perdida, que se encontrava a desperdiçar tempo mandando para a cadeia milicianos e todo tipo de escória que cresce à sombra do Estado, de sua corrupção e de sua inoperância.
Patrícia era uma incompetente, uma servidora pública incapaz de fazer um ofício! Não é isso que o senhor quer dizer, Presidente?
Que vergonha, Exa.! Por que no te callas? Melhor: renuncie ao seu cargo. No mínimo será muito difícil seguir à frente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, com a morte de Patrícia em suas costas. Ela está agarrada ao seu corpo e ao do seu antecessor, como uma chaga pestilenta. Sua permanência no ambiente dá asco e ânsia de vômito.
Qualquer pessoa que assistisse ao noticiário televisivo, que lesse jornal ou que tivesse acesso a algum outro veículo de imprensa nacional tinha conhecimento da situação de Patrícia e de que sua vida estava em risco. Não a Presidência do TJRJ. Segundo palavras do ex-presidente daquele órgão, seu único contato com a juíza se deu numa ocasião em que esta por ele foi chamada para prestar esclarecimentos a respeito de um entrevero que tivera com um namorado. O fato chegou às folhas e S. Exa., o então Chefe do Judiciário, se sentia no dever de agir logo, chamando às falas (sem ofício) a subordinada que colocava em xeque a imagem do Poder por ele gerido. Mas, para proteger a vida de Patrícia – ah, aí é querer muito! — era fundamental um ofício! E fico a pensar: em quantas vias? 21? As cópias deveriam ser em carbono azul ou seria possível usar um modelo vermelho sangue?
Era necessário que a magistrada juntasse ao expediente um mapa com a localização do Fórum de São Gonçalo, talvez? Ou um comprovante de residência? Atestado de bons antecedentes? Declaração dos futuros assassinos afirmando que a ameaça era real (a lista encontrada com o ‘Gordinho’ não tinha firma reconhecida, nem era autenticada, afinal).
Não tentem ler a minha mente, sem antes chamar um exorcista. Magistrados de primeira instância, uni-vos! Vossa integridade física está à mercê da fortuna. Vossa vida a depender de uma folha de papel. Vossas famílias nas mãos de mentecaptos. Marginais e milicianos em geral devem estar com a dentadura escancarada num esgar de romance policial. Bastaram duas motos, dois carros, um bando de vermes, 21 tiros e poucos segundos para derrubar o castelo de cartas que era a imagem da Justiça no Estado do Rio. Com tão pouco se revelou a podridão de um reino de faz-de-conta, o que contrasta com o quanto foi necessário para liquidar uma mulher só.
Um Poder sem força, sem visão, sem preparo; um setor do serviço público que se transformou, em verdade, numa grande empreiteira; quando não em um balcão de negócios (quebre-se o silêncio!). É inacreditável que a mais alta autoridade judicial do Estado sequer ruborize ao dizer que a proteção de uma juíza comprovadamente listada como alvo da milícia dependia de um pedido escrito. A declaração do magistrado-mor revela aos interessados em seguir matando juízes que o “Poder” por ele administrado não tem a menor ideia da realidade enfrentada pelos julgadores de primeira instância. Precisa ser provocado, cutucado, instado. O pleito de auxílio aos que dele carecem deve passar por um processo, um crivo que, como se viu, é muito eficiente, se o resultado perseguido for a eliminação daquele que precisa ser protegido. O Judiciário não realiza, por sua conta, qualquer controle, não mantém investigação permanente, não monitora seus inimigos: é um Poder-banana.
Os juízes de direito, de agora em diante, se transformaram na versão nacional do dead man walking (expressão gritada pelos guardas quando acompanham os sentenciados até o local da execução, nos presídios com corredor-da-morte, nos EUA). Os próximos serão os promotores, os delegados de polícia (os agentes penitenciários já são eliminados de há muito, assim como os jornalistas), os homens de confiança do Secretário de Segurança e este mesmo. Governador, tremei. Quem há-de impedir que isso ocorra?
A temporada de caça está aberta. A porta do Judiciário era sem trinco e agora não adianta colocá-lo. Tarde demais. Até que a Justiça se mova e organize um sistema de autodefesa pró-ativo (e não movido à base de papeluchos), muitos perderão a vida. O crime não precisa se organizar. Basta conhecer o endereço do juiz, discando 102.
Pior: doravante, será mais do que suficiente um olhar de soslaio do réu para que o juiz assine — trêmulo, mas de pronto — o alvará de soltura. Eu, no lugar de qualquer deles, assinaria. Você não? Bem-vindos à terra sem lei, sem vergonha e sem senso de ridículo.
Não se esqueçam de Patrícia Acioli!"
O desembargador Siro Darlan enviou artigo ao DIA no fim de semana criticando a chefia do Tribunal de Justiça do Rio na proteção à juíza Patrícia Acioli
domingo, 14 de agosto de 2011
UPP mudança de política
No caso das drogas, propagar que elas devem ser combatidas, que são um mal e constituem crime, só tem favorecido a corrupção. Quem deveria combater o tráfico, a polícia e governantes, conseguem ocultar, esconder da mídia o papel que eles mesmos representam na manutenção da distribuição e disseminação do consumo das drogas, afinal é um excelente negócio, enquanto é controlado por um grupo reduzido.
No caso das bebidas alcoólicas, liberadas para fazer propaganda a vontade, os grandes grupos produtores distribuidores não escondem que querem aumentar cada vez mais o consumo e muitas vezes o estado de dependência dos consumidores das bebidas alcoólicas.
Nada demais nisso, maconha e cerveja são só mercadorias e não falta quem queira ganhar dinheiro com a sua distribuição. Só que uma é ilegal e a outra não. Tanto o consumo de uma como da outra, alguém está se enriquecendo, e essa fortuna não é dificil de detectar, mas esse dinheiro está servindo para financiar ilegalmente campanhas ... de eleição, perpetuação no poder.
Com as UPPs as pessoas pararam de consumir drogas? A droga parou de ser vendida?
No caso das bebidas alcoólicas, liberadas para fazer propaganda a vontade, os grandes grupos produtores distribuidores não escondem que querem aumentar cada vez mais o consumo e muitas vezes o estado de dependência dos consumidores das bebidas alcoólicas.
Nada demais nisso, maconha e cerveja são só mercadorias e não falta quem queira ganhar dinheiro com a sua distribuição. Só que uma é ilegal e a outra não. Tanto o consumo de uma como da outra, alguém está se enriquecendo, e essa fortuna não é dificil de detectar, mas esse dinheiro está servindo para financiar ilegalmente campanhas ... de eleição, perpetuação no poder.
Com as UPPs as pessoas pararam de consumir drogas? A droga parou de ser vendida?
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A Recessão
A recessão da economia mundial, que se aproxima, já estava atuando sobre nós a muito tempo, estamos pagando 45% do nosso orçamento nacional em juros em vez de investir na construção de escolas, pagar melhor aos professores, hospitais, médicos e aposentados, nós mesmos.
Dívida Pública
Maria Lucia Fatorelli economista, coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida no Programa Faixa Livre de 09/08/2011.
Vivemos numa grande desinformação … o monopólio da midia no nosso país anestesia o povo …. Hoje quando falamos da dívida, as pessoas falam – espere, mas a dívida não acabou? As pessoas acham que desde que o Brasil em 2005 efetuou pagamento adiantado ao FMI de 15,5 bilhões de dólares, acreditam que a dívida acabou. Poucos brasileiros sabem que a dívida interna, que na verdade não é interna, porque está em grande parte em mãos de estrangeiros, a dívida pública hoje está em quase 2,5 trilhões de Reais, e se somarmos a dívida externa está 3,5 trilhões de Reais. A nossa dívida já está em quase 70% do nosso PIB que é de um pouco mais de 4 trilhões.
O grande problema é que pagamos os maiores juros do mundo, o que significa uma grande e constante transferência de riqueza do setor público para o setor privado. É como se cortássemos um ser, no caso nós mesmos, e ficássemos sangrando ....
Os bancos estrangeiros fazem transferências virtuais de dólares para o Brasil, o BC enxuga essas moedas e entrega em troca títulos da dívida brasileira que paga 12% ao ano, depois o BC aplica esses valores em títulos da dívida americana, que não paga nada. A um custo altíssimo o povo brasileiro está financiando a economia em crise americana.
Vivemos numa grande desinformação … o monopólio da midia no nosso país anestesia o povo …. Hoje quando falamos da dívida, as pessoas falam – espere, mas a dívida não acabou? As pessoas acham que desde que o Brasil em 2005 efetuou pagamento adiantado ao FMI de 15,5 bilhões de dólares, acreditam que a dívida acabou. Poucos brasileiros sabem que a dívida interna, que na verdade não é interna, porque está em grande parte em mãos de estrangeiros, a dívida pública hoje está em quase 2,5 trilhões de Reais, e se somarmos a dívida externa está 3,5 trilhões de Reais. A nossa dívida já está em quase 70% do nosso PIB que é de um pouco mais de 4 trilhões.
O grande problema é que pagamos os maiores juros do mundo, o que significa uma grande e constante transferência de riqueza do setor público para o setor privado. É como se cortássemos um ser, no caso nós mesmos, e ficássemos sangrando ....
Os bancos estrangeiros fazem transferências virtuais de dólares para o Brasil, o BC enxuga essas moedas e entrega em troca títulos da dívida brasileira que paga 12% ao ano, depois o BC aplica esses valores em títulos da dívida americana, que não paga nada. A um custo altíssimo o povo brasileiro está financiando a economia em crise americana.
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