Para que servem as forças de segurança se o que fazem é ameaçar, agredir e assassinar as pessoas a quem deveriam proteger e com isso conseguem intimidar qualquer movimento popular.
Atenco: Breaking the Siege / Romper el cerco
domingo, 26 de dezembro de 2010
John Pilger - The Perils of Privatisation
A privatisação significa desemprego e salários rebaixados para os trabalhadores.
Tudo o que os serviços públicos precisam é investimento.
Defender o serviço público é defender a qualidade de nossas vidas.
John Pilger - The Perils of Privatisation
Tudo o que os serviços públicos precisam é investimento.
Defender o serviço público é defender a qualidade de nossas vidas.
John Pilger - The Perils of Privatisation
Ameaça a Segurança
Em documento publicado pelo Wikileaks, o ministro da defesa britânico enumera o que pode ameaçar a eficiencia operacional da segurança na Inglaterra:
a Serviços Secretos Estrangeiros
b Terroristas
c Funcionários Insatisfeitos
d Criminosos e pasmem
e Jornalistas Investigativos
a Serviços Secretos Estrangeiros
b Terroristas
c Funcionários Insatisfeitos
d Criminosos e pasmem
e Jornalistas Investigativos
John Pilger - The War You Don't See
As guerras tem a vício de matar muita gente. De 10% das vítimas de civis na Primeira Guerra a 90% de vítimas civis na invasão do Iraque.
Nunca foi mostrado o que aconteceu no Iraque, especialmente en Faluja.
Os grandes meios de comunicação alegam que tem que ser porta voz das autoridades idependente de procurar saber se o que eles afirmam é verdade. No fim todos nós somos manipulados para servir de bucha de canhão contra inimigos inexistentes.
John Pilger - The War You Don't See
Nunca foi mostrado o que aconteceu no Iraque, especialmente en Faluja.
Os grandes meios de comunicação alegam que tem que ser porta voz das autoridades idependente de procurar saber se o que eles afirmam é verdade. No fim todos nós somos manipulados para servir de bucha de canhão contra inimigos inexistentes.
John Pilger - The War You Don't See
sábado, 25 de dezembro de 2010
Um debate frustrante, autor Carlos Lessa
Fui professor e convivi com Serra e Dilma. Sei que ambos são bons economistas e têm agilidade intelectual. Assisti atentamente ao debate dos candidatos na TV Bandeirantes e na Rede TV!, e quero manifestar surpresas incômodas.
Na Bandeirantes, não houve nenhuma referência a respeito da crise mundial. A economia americana está debilitada, na Europa o euro não garante firmeza, o Japão continua em crise, e até mesmo falam de alguns sérios problemas na China. Tampouco se falou da futura política brasileira ante a crise. Talvez faça parte do inconsciente dos candidatos o Brasil ser uma ilha de tranquilidade e vacinado contra crises externas; talvez achem que o Brasil é e será "celeiro do mundo" em grãos e proteínas e, de forma confessada por Dilma, exportador de petróleo cru para se preparar para a futura tecnologia de baixo consumo de carbono. Serra, nos debates, não se pronunciou sobre o assunto, a não ser afirmando que fortalecerá a Petrobras. Neste assunto, estou com Lula, que afirmou que o Brasil não será exportador de petróleo cru.
Foi espantosa a ausência, nos dois debates, de temas da indústria e da industrialização. Cerca de 80% da população brasileira é urbana e é impossível gerar empregos sem elevar a taxa de industrialização. Não se sabe o que pensam os candidatos.
Ouvi promessas e sugestões magníficas que pecavam, quase sempre, pela ausência de qualquer diagnóstico e não faziam a menor referência de como seriam financiadas. Na verdade, nenhum dos dois economistas presidenciáveis falou qualquer coisa sobre a política econômica. Deduzi da candidata Dilma a perfeita continuidade da política econômica atual, com o Banco Central independente e a combinação de juros primários elevados e valorização do real.
Não sei por que nenhum dos dois falou que 25% do PIB brasileiro é equivalente ao estoque de investimento estrangeiro externo (Índia 13% e China 10%). Não se sabe de onde virão os recursos para os investimentos públicos em infraestrutura e a retomada firme dos investimentos produtivos privados. Os candidatos mantiveram esta questão como mistério.
Somente para manter as reservas internacionais, gera-se um custo de US$27 bilhões (isto é o que o Brasil perde, entre a diferença dos juros que o BC paga pelos Títulos de Dívida Pública e o que o mesmo BC arrecada investindo as reservas no exterior).
Nada foi dito sobre o espantoso endividamento das famílias brasileiras com compras que podem chegar a 90 prestações, sem entrada (automóveis). A inadimplência dos consumidores em setembro foi a maior da década.
Para gerar empregos e elevar a renda familiar é necessário aumentar a taxa de investimento em relação ao PIB. Hoje está em 18%, quando para crescer 5% ao ano necessitaria estar situada em 22%-23%. O investimento público teria de ser triplicado.
Os candidatos, em vez de debaterem o financiamento do desenvolvimento de uma civilização brasileira, preferiram um confuso debate sobre privatização. O aparelho celular foi exaltado como vitória da privatização. Os apagões elétricos e a tarifa de energia domiciliar hiperelevada não apareceram como erros brutais na privatização da energia. O atual governo não reverteu o quadro e introduziu a opção crescente da termoeletricidade, poluente e não sustentável. O debate sobre a privatização ocupou um tempo precioso.
O melhor momento do debate da Rede TV! aconteceu com as falas finais dos candidatos. Pensei que iam explicitar um projeto para o Brasil. Porém, da mesma forma que não se falou da indústria, nada foi dito sobre nação, palavra que parece ter sido extirpada do vocabulário político brasileiro.
A coligação dos partidos impõe uma definição clara dos candidatos quanto ao projeto nacional. Gosto e defendo a prioridade de um esforço educacional. Porém, sem o dinamismo da geração de emprego e renda, o Brasil passará a ser um país exportador de mão de obra: hoje já são quase 3,3 milhões de emigrantes. Um projeto nacional é indispensável para elevar a esperança e a confiança no futuro da nação brasileira.
CARLOS LESSA é economista.
Fonte: jornal O Globo, 21 de outubro.
Na Bandeirantes, não houve nenhuma referência a respeito da crise mundial. A economia americana está debilitada, na Europa o euro não garante firmeza, o Japão continua em crise, e até mesmo falam de alguns sérios problemas na China. Tampouco se falou da futura política brasileira ante a crise. Talvez faça parte do inconsciente dos candidatos o Brasil ser uma ilha de tranquilidade e vacinado contra crises externas; talvez achem que o Brasil é e será "celeiro do mundo" em grãos e proteínas e, de forma confessada por Dilma, exportador de petróleo cru para se preparar para a futura tecnologia de baixo consumo de carbono. Serra, nos debates, não se pronunciou sobre o assunto, a não ser afirmando que fortalecerá a Petrobras. Neste assunto, estou com Lula, que afirmou que o Brasil não será exportador de petróleo cru.
Foi espantosa a ausência, nos dois debates, de temas da indústria e da industrialização. Cerca de 80% da população brasileira é urbana e é impossível gerar empregos sem elevar a taxa de industrialização. Não se sabe o que pensam os candidatos.
Ouvi promessas e sugestões magníficas que pecavam, quase sempre, pela ausência de qualquer diagnóstico e não faziam a menor referência de como seriam financiadas. Na verdade, nenhum dos dois economistas presidenciáveis falou qualquer coisa sobre a política econômica. Deduzi da candidata Dilma a perfeita continuidade da política econômica atual, com o Banco Central independente e a combinação de juros primários elevados e valorização do real.
Não sei por que nenhum dos dois falou que 25% do PIB brasileiro é equivalente ao estoque de investimento estrangeiro externo (Índia 13% e China 10%). Não se sabe de onde virão os recursos para os investimentos públicos em infraestrutura e a retomada firme dos investimentos produtivos privados. Os candidatos mantiveram esta questão como mistério.
Somente para manter as reservas internacionais, gera-se um custo de US$27 bilhões (isto é o que o Brasil perde, entre a diferença dos juros que o BC paga pelos Títulos de Dívida Pública e o que o mesmo BC arrecada investindo as reservas no exterior).
Nada foi dito sobre o espantoso endividamento das famílias brasileiras com compras que podem chegar a 90 prestações, sem entrada (automóveis). A inadimplência dos consumidores em setembro foi a maior da década.
Para gerar empregos e elevar a renda familiar é necessário aumentar a taxa de investimento em relação ao PIB. Hoje está em 18%, quando para crescer 5% ao ano necessitaria estar situada em 22%-23%. O investimento público teria de ser triplicado.
Os candidatos, em vez de debaterem o financiamento do desenvolvimento de uma civilização brasileira, preferiram um confuso debate sobre privatização. O aparelho celular foi exaltado como vitória da privatização. Os apagões elétricos e a tarifa de energia domiciliar hiperelevada não apareceram como erros brutais na privatização da energia. O atual governo não reverteu o quadro e introduziu a opção crescente da termoeletricidade, poluente e não sustentável. O debate sobre a privatização ocupou um tempo precioso.
O melhor momento do debate da Rede TV! aconteceu com as falas finais dos candidatos. Pensei que iam explicitar um projeto para o Brasil. Porém, da mesma forma que não se falou da indústria, nada foi dito sobre nação, palavra que parece ter sido extirpada do vocabulário político brasileiro.
A coligação dos partidos impõe uma definição clara dos candidatos quanto ao projeto nacional. Gosto e defendo a prioridade de um esforço educacional. Porém, sem o dinamismo da geração de emprego e renda, o Brasil passará a ser um país exportador de mão de obra: hoje já são quase 3,3 milhões de emigrantes. Um projeto nacional é indispensável para elevar a esperança e a confiança no futuro da nação brasileira.
CARLOS LESSA é economista.
Fonte: jornal O Globo, 21 de outubro.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Banco Central dos EUA
Segundo Jane D'arista o FED não tem absolutamente nenhuma razão constitucional para existir exceto sob a aprovação do do Congresso dos EUA. A constituição diz que o Congresso deve emitir moeda e controlar seu valor. O Congresso delegou essa função para o Federal Reserve, criou uma agência que é uma agência do Congresso, não do Governo. O problema que tem havido é que o Congresso não tem exercido o controle, e o Congresso teria que exercer.O controle teria que ser sobre as operações que o FED relaiza e não só de quem é indicado.
Jane continua afirmando que primeiro gostaria de mudar completamente o balanço do FED e como ele afeta o setor financeiro. Em outras palavras, ela gostaria de ver o FED comprando os ativos de qualquer um, porque reconhece que o setor financeiro é uma coisa só. Que irá comprar direitos sobre hipotecas de fundos mútuos, fundos financeiros. Exsitem muitos deles. E eles tem buracos nos seus balanços agora. Eu estarei dando para eles reservas que eles acrescentarão no lado do ativo de seus balanços. Assim essas reservas que eu lhes entrego será equivalente a compra de ações por um cliente. Ela aumenta seu ativo, seu potencial de emprestar, e assim eles irão fazer empréstimos.
Que essas instituições tem que emprestar, que esses ativos foram entregues sem nenhum custo para essa instituições. Que temos expectativas de como elas irá usar esses recursos, iremos cobferir seu balanço para ver ser estão fazendo isso. E se não fizermos negócio com elas, elas não terá acesso a liquidez do FED.
Jane continua afirmando que primeiro gostaria de mudar completamente o balanço do FED e como ele afeta o setor financeiro. Em outras palavras, ela gostaria de ver o FED comprando os ativos de qualquer um, porque reconhece que o setor financeiro é uma coisa só. Que irá comprar direitos sobre hipotecas de fundos mútuos, fundos financeiros. Exsitem muitos deles. E eles tem buracos nos seus balanços agora. Eu estarei dando para eles reservas que eles acrescentarão no lado do ativo de seus balanços. Assim essas reservas que eu lhes entrego será equivalente a compra de ações por um cliente. Ela aumenta seu ativo, seu potencial de emprestar, e assim eles irão fazer empréstimos.
Que essas instituições tem que emprestar, que esses ativos foram entregues sem nenhum custo para essa instituições. Que temos expectativas de como elas irá usar esses recursos, iremos cobferir seu balanço para ver ser estão fazendo isso. E se não fizermos negócio com elas, elas não terá acesso a liquidez do FED.
Ecuador: Maior Ação Judicial do Mundo contra Vazamento de Petróleo
Em uma ação de mais de 17 anos, no valor de US$ 40 a 90 bilhões. A companhia de petróleo Chevron, Texaco é acusada de despejar água contaminada em rios e lagoas. Os queixosos afirmam que de acordo com documentos apresentados, estes depejos foram deliberados.
As comunidades locais atngidas acusam autoridades corruptas de terem feito um acordo legal insuficiente e que não evita futuros problemas com a exploração de petróleo.
Danos causados são impossíveis de serem reparados, as comunidades indigenas atingidas estão a caminho da extinção. A selva continua a morrer, aos poucos.
Veja no Youtube
As comunidades locais atngidas acusam autoridades corruptas de terem feito um acordo legal insuficiente e que não evita futuros problemas com a exploração de petróleo.
Danos causados são impossíveis de serem reparados, as comunidades indigenas atingidas estão a caminho da extinção. A selva continua a morrer, aos poucos.
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