Pesticide Action Network

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Liberdade para a Agricultura sem Transgênicos

É preciso resistir a pressão das empresas americanas pela utilização dos trangênicos AS-PTA (Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa). Construir um sistema alimentar saudável, seguro, justo e sustentável e mais do que qualquer coisa deixar uma herança saudável para seus filhos e futuras gerações.
A Monsanto e o governo americano são os maiores entraves ao florecimento de um sistema alimentar sustentável. Esses interesses tem conseguido ocupar os mercados globais com a agricultura biotecnologica.
No Brasil a estratégia da Monsanto tem sido muito bem sucedida - e os resultados desastrosos. Os custos da utilização de soja genéticamente modificada tem são verdadeiras armadilhas que penalizam o agricultor. A única forma que os agricultores tem de se livrarem dessa armadilha é trocando a cultura da soja transgênica pela de sementes locais quando conseguem.
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Pestice Action Network

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

EUA que Criaram a Crise Financeira e Bancos Europeus tornaram o Milagre Irlandes num Pesadelo

Para Leo Panitch em entrevista no TheRealNews, na Irlanda e no resto da europa o problema não é a educação, previdência e salários, eu acho que é ridículo. Este não é o problema. O problema não é que os trabalhadores irlandeses estao muito bem. O problema é a enorme desigualdade de riqueza, e acima de tudo, a desigualdade no poder, e o investimento irracional que tem acontecido nesses países.
E vale dizer, que se as pessoas vão tentar manter alguma coisa como a civilização que nós conhecemos, vai significar redefir o que é o nosso padrão de vida.
Não seremos capazes de manter o tipo de consumo individual, e voltar para o tipo de serviços colectivos que seria tão racional e necessário "muito mais, muito mais extenso transporte público e livre trânsito público, ao invés de transporte privado por meio de automóveis, que reproduz a crise ecológica e piora o quadro. Mas a culpa não é que, como você sabe, a classe operária irlandesa (me dê um tempo) que está tão bem de vida e rica, muito menos a grega. Agora, é verdade que muitos desses estados são corruptos e são de fato o tipo de estados que são criados no clientelismo. O tipo de democracia que temos lá, o tipo de democracias capitalista que temos lá, ter se envolvido no suborno de pessoas, subornar as pessoas para que elas concorden que eles não paguem impostos, dando-lhes propinas, etc

U.S. created financial crisis and European banks turned the Irish Miracle into a nightmare

sábado, 27 de novembro de 2010

Bom Negócio

Fantástico ouvir hoje a reporter da Globo falando que agora a polícia irá atrás de todos aqueles que se beneficiam com o tráfico de drogas. Como fundo mostra a prisão da esposa de um traficante ... com eletrodomésticos importados, geladeira cara e 3 notebooks.
Nem o G20 levou muito a sério ameaçar a lavagem de dinheiro internacional. Ninguém fala que não se faz nada contra o lucro que os bancos ganham com a lavagem de dinheiro das drogas, dos traficantes do Rio, do Paulo Maluf, da Georgina etc. Esse controle corre froucho.
Enquanto isso acreditamos que uma guerra contra bandidos sem camisa e descalços vai nos salvar. Guerra sim, mas contra as autoridades que não querem agir e perder o lucro do comércio de drogas.

Corporate superpowers for crime

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Grande Negócio das Drogas

Nossa sociedade é cínica, contraditória, ao mesmo tempo que bancos e instituições ganham muito dinheiro com a lavagem de dinheiro das drogas e que para que isso continue, quer que as pessoas continuem se drogando, mas em paz, sem ameaçar os outros, investe altos recursos na manutenção de força policial que é usada para reprimir a venda e consumo de drogas.
Money Laundering: The Drug Problem at Banks
Sou a favor da legalização como única solução para esse problema.

Guerra ao Tráfico?

Criminosos, que se dedicam a venda de drogas ilegais reagem contra a repressão policial destruindo patrimônio.
A repressão policial aparentemente tem o objetivo de acabar com a venda de drogas.
Mas, as mesmas pessoas que se sentem ameaçadas pela reação violenta dos criminosos não param de consumir drogas.
Por um lado ficamos revoltados com a violencia dos criminosos reprimidos pela polícia que nos pagamos para combater o tráfico e por outro lado financiamos o negócio dos traficantes contunuando a comprar e consumir drogas.
O negócio de vender drogas é muito lucrativo, o negócio é tão bom que todos se vendem ao poder do dinheiro obtido com o tráfico. Os bancos também se benficiam das vidas perdidas, mortes e violência provocadas, legalizam o negócio da venda de drogas através da lavagem do dinheiro dos traficantes.

Brazil

A política externa brasileiro foi citada em dois videos que assisti hoje.
O primeiro mostrou uma entrevista com Noam Chomsky, que falou que o mundo hoje é bem diferente do que era no final da segunda guerra, quando a vontade do império americano prevalecia facilmente sobre a soberania dos outros países. Chomsky citou a recente tentativa do Brasil, Turquia e Iran de conseguir a aceitação internacional ao programa nuclear Iraniano. Disse que o Obama só encorajou o Lula a fazer esse acordo porque acreditava que o acordo não seria aceito pelas partes.
A segunda reportagem expõs a política imperialista Brasileira em relação ao Paraguai e Bolíva. Mostrou como o agronegócio brasileiro em aliança com as elites locais está impondo uma cultura de criminalização das populações pobres do campo, fazendo desocupações e ameaças a líderes camponeses. Sem falar na imposição da cultura dos transgênicos e no venenos que eles requerem.

Há uma contradição nessas duas posições?
É louvável que o Brasil apoie a soberania nacional de um país tão injustiçado como Iran. Não é bom que o Brasil exporte o que tem de pior, o agronegócio, e se alie às elites antidemocráticas de países vizinhos reforçando o poder político autoritário no nosso continente.
Nessas horas é que respiro aliviado pelo fato do Serra não ter ganhado as últimas eleições. Aliaviado, mas "a postos, de pé ao lado do canhão" como diz o Nildo Ouriques, querendo que o governo Dilma faça mágica.

Por trás dessa duas ações existem grandes interesses economicos, não uma política autonoma coerente e justa para a maioria da população.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Morales defiende a jefe militar que se declaró socialista y antiimperialista

É de admirável atualidade e oportunidade as declarações recentes do comandante em chefe do exército boliviano. Para ter sucesso na obtenção de justiça, temos que ser sim antiimperialistas, aticapitalistas e socialistas ao mesmo tempo.
Em matéria publicada no sitio Jornadanet.com, Evo Morales reitera e defende o papel fundamental do exército na defesa da soberania nacional.

El Presidente de Bolivia, Evo Morales, defendió el viernes al jefe del Ejército, general Antonio Cueto, de quienes le critican por haberse declarado recientemente anticapitalista, antiimperialista y socialista.

"Después de escuchar las reflexiones del general Cueto, y después las reacciones de los opositores, supuestos analistas, llego a la conclusión de que se equivocan al cuestionar el mensaje de este comandante, porque el origen del Ejército es anticolonial y antiimperialista", afirmó Morales.


Según dijo el mandatario, a nadie debe extrañar que se declare antiimperialista un Ejército creado para combatir al imperio español en la guerra de la independencia.

Cueto dijo el domingo pasado, con motivo del bicentenario del Ejército, que la Constitución que promulgó Morales en 2009 obliga a que ese cuerpo sea socialista y antiimperialista, "porque en Bolivia no debe existir ningún poder externo que se imponga, queremos y debemos actuar con soberanía y vivir con dignidad".

"También nos declaramos anticapitalistas porque este sistema está destruyendo a la madre tierra", agregó el militar, ratificado ese día en su cargo por Morales para un año más.

Esas palabras han generado polémica durante varios días, con duras críticas al general Cueto de parte de militares retirados y políticos opositores, entre otros.

El senador opositor Marcelo Antezana, general en retiro y ex comandante del Ejército, dijo a Efe que Cueto "transgredió" la Constitución y la ley de las Fuerzas Armadas, al haber "comprometido política, partidaria e ideológicamente" a esa institución con el gobierno de Morales.

A su vez, el ex comandante de las Fuerzas Armadas y general Alvín Anaya dijo a radio Erbol que algunos militares quieren "estar bien con el gobierno" para tener empleo seguro en una entidad estatal cuando acaben su carrera castrense.

A pedido de Morales, las Fuerzas Armadas cambiaron este año su tradicional lema de "Subordinación y Constancia" por el de "Patria o muerte, venceremos", que el líder cubano Fidel Castro suele usar en sus discursos.